[Revista PnP] O técnico de informática e a questão das cópias piratas de software 
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Artigo

O técnico de informática e a questão das cópias piratas de software

Questão colocada pelo leitor

Sou assinante da PnP e embora ainda um pouco leigo sobre hardware, gosto muito da revista e parabenizo toda a equipe pelo trabalho que desenvolve. Ela tem me ajudado bastante mas queria fazer a uma observação, já que pretendo um dia trabalhar com manutenção de microcomputadores. Já tenho uma boa quantidade de toda essa parafernália em casa e já consigo fazer consertos, nos meus micros, claro,pois trabalho com contabilidade e tenho 4 máquinas.

Meu comentário sobre os artigos da revista é o seguinte:

Vocês sempre falam em que devemos usar programas originais e parece que estão certos, mas eu queria ouvir (ler) um comentário de especialistas. Como estou me entrosando com o pessoal que trabalha com essa profissão, fico estarrecido com a quantidade de programas piratas que são utilizados, inclusive em repartições públicas. Fiz uma pequena pesquisa e constatei que, em dez repartições públicas que pude consultar, todas as dez trabalham com software piratas (Windows, todos, Office, todos) e outros mais. Nas oficinas então, nem é preciso falar, tudo que encontrei é pirata. Não sei como se consegue trabalhar nesse ramo com programas originais, que são tão caros. Desculpem o desabafo, obrigado e parabéns pelo trabalho de vocês.


Nossa respostaConforme já explicamos em diversas edições da Revista PnP, achamos que o técnico precisa ter ao menos uma cópia original dos programas principais que usa. Isto vale para aplicativos como Windows, Office e programas da Adobe, que são os principais atualmente.

Neste nosso Brasil onde as coisas são tão complicadas (e caras) sugerimos que o técnico tenha, pelo menos, uma cópia que tenha sido feito diretamente da mídia original.

Isto é necessário para ter certeza de que sua cópia, utilizada em seus trabalhos, não contenha vírus ou outros tipos de malware, sem falar que a grande maioria das cópias piratas que se encontra por aí já foram modificadas sabe-se-lá-por-quem e com qual propósito. O fato é que o técnico precisa garantir seu serviço, até para não ter que ficar fazendo os trabalhos várias vezes até ficar tudo certo. Tempo é dinheiro, e as mídias de instalação são a base para qualquer serviço que se faça nos computadores.

Agora, quanto aos clientes dos técnicos, fica por conta deles utilizar ou não programas originais. O que não pode é o próprio técnico oferecer uma cópia pirata, o certo é esclarecer ao cliente que aquela cópia não é original e que isto pode acarretar problemas para ele, cliente. O técnico não pode ser chamado de criminoso por estar lidando com uma cópia pirata de propriedade do seu cliente, mas certamente vai ser acusado de mau profissional se aquela cópia começar a dar problemas, mesmo que o técnico nada tenha a ver com o assunto.

Além disto tudo, se alguém realmente deseja entrar na profissão e permanecer nela, com dignidade para sustentar-se e à sua família, deve investir um pouco do que ganha em seu próprio negócio. Não é tão caro assim comprar um Windows e um Office, pode-se pagar em várias prestações, sem juros, e nos upgrades sempre já um bom desconto. É um investimento que se paga ao longo do tempo, é o mesmo que acontece com as ferramentas físicas como alicates, multímetros e chaves de fenda, que devem ser sempre da melhor qualidade possível e estar disponíveis o tempo todo, com confiabilidade e segurança.

Para os técnicos, os softwares também são ferramentas. Devem estar sempre presentes na mesa do técnico, que precisa ter plena certeza de que vão corresponder às suas expectativas. Ah sim, não vá instalar seus programas originais nos micros dos clientes. Utilize apenas as mídias, cada cliente que tenha seu próprio número de série, oficial ou não. Isto, não cabe ao técnico conferir pois, afinal, ele não é fiscal ou policial...


Publicado em 18/02/2010 às 00:00 hs


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