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Como o técnico de informática pode lidar com a pirataria de software?

Questão colocada pelo leitor


Gostaria de parabenizar a todos da equipe da Revista PnP pelo alto teor técnico e os assuntos abordados pela revista. Conheci a pouco tempo este trabalho e de fato estou impressionado e contente pela iniciativa de disponibilizar tantas soluções para o dia-a-dia do técnico em informática.

Estou me formando como técnico em eletrônica, mas já trabalho com informática desde 2004, especialmente na parte de hardware. Gostaria de saber, como vocês tem driblado a pirataria em um país onde existe praticamente a carga tributária mais alta do mundo, encarecendo assim, muitos programas que são essenciais num computador. Existe algum incentivo por parte de fornecedores, a fim de tornar mais barato estes produtos para o técnico? Pretendo abrir uma assistência técnica de computadores e não gostaria de ter problemas com a pirataria diante de uma fiscalização.


Nossa respostaA pirataria não é uma questão fácil de contornar. Por mais que tentemos sempre haverá um ou outro fabricante que achará que o técnico ou seu cliente estão na ilegalidade. Principalmente no caso da Microsoft e da Adobe, as licenças de uso são tão restritivas e limitadoras que é muito difícil ficar estritamente dentro da lei.

O técnico deveria manusear e instalar apenas os programas que fossem de propriedade de seus clientes, para não aparecer como co-autor de um crime de infração de direitos autorais. Mas, como a maioria dos seus clientes usa mesmo é o software pirateado, o técnico morreria de fome por falta de clientela. Às vezes o cliente tem os softwares originais, mas não sabe onde colocou os números de série e as mídias ou até já jogou fora.

Alguns profissionais colocam nas ordens de serviço que ficam com o cliente uma observação de que todos os programas utilizados são de responsabilidade do cliente, o que pode até servir de desculpa legal mas se houver mesmo uma fiscalização esta questão precisará ser decidida por um juiz de direito o que, fatalmente, irá em favor das fornecedoras de software pois a licença de uso é feita por advogados especialistas e o técnico teria pouca chances (ou nenhuma chance).

As fornecedoras de software não colaboram com o técnico, a não ser dando a chance dele adquirir cópias no regime OEM, que podem ser usadas para montar computadores novos ou na bancada do técnico, mas estas são apenas um pouco mais baratas do que a versão comercial.

Em resumo, a questão é realmente complicada, e não vemos solução alguma no horizonte. O jeito é o técnico aprender a conviver com o problema, entender como funciona o mecanismo todo e não correr riscos desnecessários.

Na Revista PnP nº 5 temos uma reflexão sobre este assunto, na página 66 na seção Opinião onde está o artigo Técnicos de Informática: a difícil convivência entre o legal e o ilegal. Aconselhamos a leitura deste para mais dados sobre esta questão.


Publicado em 16/06/2011 às 00:00 hs


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NOSSOS LEITORES JÁ FIZERAM 1 COMENTÁRIO sobre este artigo:
De: ANDRE (em 10/07/2011 às 19:55 hs)
Para o técnico tem opção
A Microsoft disponibiliza para os seus parceiros o ActionPack, uma assinatura anual onde você recebe os softwares para uso próprio, estudos e suporte a comercialização, podendo instalar em até 10 maquinas da sua propriedade.

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