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Prós e contras dos computadores no formato “tablet” (igual ao iPad da Apple)


Todos os fabricantes de hardware informatizado estão correndo à toda velocidade na tentativa de tirar uma casquinha do sucesso do Apple iPad. A cada semana temos um lançamento de modelo de “tablet”, como ficou chamado este tipo de dispositivo (fala-se “tá-blêti”). É difícil manter-se informado de tudo o que está acontecendo neste mercado tão dinâmico mas, para aqueles que estão curiosos para entender minimamente este novo segmento, compilamos uma série de dicas e informações que permitem dar um panorama geral para evitar que você entre numa fria ou, quem sabe, que ache um novo mercado para trabalhar.

O marketing da Apple é tão bom que muita gente pensa que o iPad é algo absolutamente novo e revolucionário. Mas não é nada disto, o iPad é apenas um computador portátil, só que em outro formato. Aliás, até o formato já foi usado antes por outros fabricantes, mas sem o mesmo impacto.

O uso da tela sensível ao toque (touchscreen) — que permitiu abolir o teclado — e o sistema operacional iOS — o mesmo do celular iPhone — formam a base para o sucesso do iPad. Em termos estritamente técnicos, entretanto, o iPad e seus congêneres são computadores portáteis como quaisquer outros, naturalmente com características diferentes que facilitam determinados usos e dificultam outros, conforme mostraremos a seguir. Antes disto, entretanto, é preciso saber que, dentre os inúmeros dispositivos que concorrem com o iPad da Apple, podemos distinguir pelo menos 5 tipos, a saber:

o iPad mostrado pelo seu suposto idealizador, Steve Jobs da Apple
Apple iPad — O iPad incendiou um mercado que estava meio esquecido, o de tablets. Em português, o nome “tablet” tem o mesmo significado que no inglês, ou seja, “tablete”. O formato é o mesmo de algumas guloseimas famosas, vendidas em todas as padarias, às vezes até servindo para atenuar dores de garganta e no sabor menta. No mundo dos dispositivos computadorizados em formato de tablete, entretanto, quem reina soberano é o iPad, com todos os méritos. O produto tem seus detratores, certamente, mas não dá para argumentar com os milhões de consumidores que compraram um iPad — apesar do alto preço — e também não há como negar a alta taxa de adoção do produto, que vendeu mais de 1 milhão de unidades logo no primeiro mês após o lançamento.

O iPad é resultado de um desenvolvimento que começou há anos, por isso é que iPad, iPhone e iPod Touch usam todos um mesmo sistema operacional — chamado iOS — permitindo um alto grau de familiaridade entre todos esses produtos da Apple. A facilidade de uso do iPad, ao lado da grande variedade de aplicativos, jogos e mídia, são considerados a chave de tanto sucesso.



Tablets com Android — Dispositivos computadorizados compactos rodando o sistema operacional Android, do Google, já existem em todos os tamanhos e preços, feitos por dúzias de fabricantes. Se o preço, recursos e capacidades do iPad não lhe satisfazem, então olhe com atenção os dispositivos baseados em Android, que oferecem a maior gama de alternativas.
Samsung Galaxy Tab, o concorrente mais próximo do iPad usando sistema operacional Android do Google, junto com seu irmão menor, o smartphone Samsung Galaxy 5


Tablets com Windows — Tablets baseados no Microsof Windows existem desde os anos 90 e continuam a serem devolvidos e melhorados. São produtos que ficam na faixa entre um smartphone e um computador portátil (notebook). Dentro da categoria, os tablets com Windows são os que chegam mais perto da experiência que se tem ao usar um laptop. Existem inclusive modelos chamados de “conversíveis” que conseguem funcionar tanto como tablet como notebook, através de teclados físicos que saem da parte de trás das telas touchscreen, ou com monitores que viram de maneira a ficarem na posição tradicional dos notebooks, deixando exposto o teclado que estava por trás dele.

O leitor de e-books Kindle, da Amazon, o primeiro e mais bem sucedido neste segmento (a nível mundial)
Outros tipos de tablets — Apesar da maioria dos tablets rodarem Windows ou Android, algumas empresas estão procurando imitar o sucesso da Apple com uma iniciativa radical: construir dentro da categoria tanto o hardware como o sistema operacional e os aplicativos. Em 2011, os dois mais proeminentes exemplos desta iniciativa foram o BlackBerry PlayBook da RIM e os tablets baseados em WebOS da HP. Produtos assim podem até ganhar seu próprio nicho de mercado no futuro, mas no momento são apenas crianças recém-nascidas. Obviamente, se você já é um fã do BlackBerry ou do WebOS que a HP comprou da Palm, então estes produtos merecem sua atenção. Fora disto, este tipo de produto vai precisar de muito tempo ainda para conseguir competir minimamente com a quantidade de aplicativos disponibilizados pelos concorrentes.

E-book readers — Leitores dedicados à leitura de ebooks já foram simples e diretos. A maioria usa telas de e-ink (tinta eletrônica) em preto-e-branco e de alto contraste, com 5 a 10” de diagonal. O exemplo pioneiro e mais famoso foi o Kindle da Amazon, com sua habilidade de ler ebooks, revistas e jornais, mas existem concorrentes diretos como o Sony Reader e o Nook da Barnes & Noble. Entretanto, este tipo de dispositivo está sofrendo diretamente a concorrência com os tablets com Android, que também podem ser usados como leitores de ebook, além de muitas outras funções como navegar na internet, gerenciar emails e reproduzir áudio e vídeo. Apesar desta concorrência ferrenha, os e-readers melhoraram muito e hoje oferecem acesso gratuito via 3G às livrarias virtuais que os vendem, e a tela em e-ink pode ser lida inclusive ao sol e cansa menos os olhos quando se trata de leituras longas, por isso os leitores de e-book dedicados continuarão a conquistar compradores, especialmente entre os consumidores mais frugais, que se recusam a pagar mais do que US$ 400 por um aparelho deste tipo.

A necessidade de um choque de realidade na hora da escolha de um tablet

A Apple sempre foi competente em termos de marketing, fazendo com que as pessoas desejem ardentemente um produto antes mesmo dele estar nas lojas. A excitação criada é tamanha que os Apple-maníacos costumam perder as estribeiras, perdendo o foco racional e prático do real uso daquela tecnologia. Assim, por mais bacana que o iPad e seus concorrentes possam parecer, devemos dizer que eles têm vários pontos favoráveis, mas também existe muita coisa contra e que depõe contra gastar tanto assim num computador portáil.

É verdade que um tablet pode oferecer uma experiência de uso diferente e agradável, por serem maiores do que um smartphone e bem mais portáteis que um laptop. Infelizmente, também é verdade que os tablets não cabem no seu bolso da calça, assim como os smartphones mais sofisticados e os notebooks e netbooks. Por isso, em muitos casos um netbook baratinho pode ser melhor do que um tablet. No melhor dos casos, os tablets são um compromisso interessante entre um smartphone e um notebook. Tire fora disto todo o marketing da Apple, e pode ser difícil explicar racionalmente que é melhor comprar um tablet do que opções mais maduras e testadas, como um netbook. Isto é ainda mais verdadeiro quando se pensa em usar um tablet para aumentar a produtividade pessoal no trabalho de alguém.

Claro que isto é possível, mas para a maioria das pessoas um netbook ou notebook oferecerá uma solução mais abrangente e prática para quem precisa, simplesmente, fazer seus trabalhos. O tablet é interessante para os momentos de lazer, mas no campo profissional eles ainda estão cavando seu espaço. Vão chegar lá? Certamente, mas ainda vai demorar alguns anos.

Em termos de preço, os melhores notebooks, smartphones e tablets podem ser adquiridos aqui no Brasil por valores em torno dos US$ 800 a 1.600, isto sem falar nos planos das operadores de telefonia. Assim, deixando o preço de lado, pense logicamente e pergunte-se o que você realmente deseja de um tablet. Será que um smartphone ou netbook não seriam melhores alternativas, e certamente mais baratas? Em geral, a resposta será um “sim”.

Algumas das queixas mais comuns a respeito dos tablets incluem:
  • Telas engorduradas, devido aos comandos exclusivamente via touchscreen,
  • Baterias impossíveis ou muito difíceis de substituir,
  • Incompatibilidade com o Adobe Flash (ponto crítico no iPad)
  • Suporte à impressão inexistente ou muito restrito (mas está melhorando...),
  • Dificuldade para digitar textos um pouco mais longos,
  • Inexistência de múltiplas contas de usuário,
  • Poucos aplicativos profissionais,
  • Contratos com as operadoras de telefonia são caros e não é todo lugar que estão disponíveis.
Assim, antes de sair correndo comprar seu tablet faça sua lição de casa. Avalie os modelos disponíveis, seus preços e recursos, e verifique se não seria melhor investir em um smartphone ou um micro portátil completo, até porque estas opções podem ser mais baratas ou então você poderá comprar um notebook mais bem equipado pelo mesmo valor.

Sistemas operacionais usados nos smartphones e nos tablets

Os computadores no formato de tablet chegaram à lista dos mais vendidos devido a serem um compromisso interessante entre um pequeno smartphone e um pesado notebook. O iPad da Apple recebeu e continuar a receber a maior parte das atenções, mas existem dúzias de produtos no mesmo nicho de mercado e com opções bastante interessantes. Vejamos alguns pontos importantes a serem observados para saber qual destas alternativas valerá a pena:
Apple iOS
O Android da Google é bem parecido com o iOS e ambos são “netos” do Unix, uma vez que o iPad veio do BeOS e o Android veio do Linux. Conhecido formalmente como iPhone OS, o sistema operacional iOS é o que está por trás do iPad, iPhone e iPod Touch. Em tão pouco tempo de uso e já tornou-se um dos mais populares sistemas operacionais para dispositivos móveis de todos os tempos.
Vantagens – Ideal para reprodução de áudio e vídeo, grande disponibilidade de aplicativos e de jogos, com suporte a multitoque. Existem opções de restrição de uso para pais preocupados com o que seu filhos estão fazendo. Grande integração com outros produtos da Apple, como o Apple TV e o AirPort Extreme.
Contras – Os usuários precisam comprar seus acessórios e programas apenas e tão somente com a Apple. Suporte a hardware exclusivamente da Apple, nada mais. Aplicativos existentes para MacOs ou para Windows não são compatíveis. Manutenção difícil e cara, Não tem e nem terá suporte ao Adobe Flash.
Windows
Historicamente, tablets baseados no Microsoft Windows costumavam ser a maior parte do mercado. Existem inclusive várias sub-categorias como slates, laptops conversíveis, UMPCs e MIDs. Os tables com Windows ainda estão na luta pela preferência do consumidor, especialmente em nichos de mercado corporativo que precisa de aplicativos com compatibilidade com outros aplicativos Windows.
Vantagens – Interface familiar, boa compatibilidade e disponibilidade de software, suporte ao Adobe Flash, multitarefa, suporta nativamente vários tamanhos de tela.
Contras – A interface de desktop do Windows nem sempre se transpõe corretamente para telas sensíveis ao toque. Muitas vezes é preciso usar acessórios como uma caneta ótica ou programas de acesso. Em geral, o tempo de inicialização é maior do que com Android ou iOS. A instalação de software é complicada e o sistema é mais vulnerável aos vírus de computador que infestam a internet.
Exemplos: Lenovo IdeaPad S10-3t, Archos 9 PC tablet, Asus Eee PC T91
Android
Smartphones rodando o Android da Google são os grandes competidores do iPhone da Apple. Isto também acontece no mundo dos tablets, porque o Android funciona da mesma forma que o iOS da Apple, oferecendo uma interface agradável e fácil de usar, construída com base em aplicativos já testados e aprovados feitos por terceiros.
Vantagens – Grande variedade de aplicativos, e com bom suporte a eles. Inicialização rápida, acesso fácil e integrado aos serviços do Google.
Contras – Muitos recursos do Android foram feitos mais para smartphones do que para tablets, estes não ficam muito bonitos num tablet. A compatibilidade de acessórios e de aplicativos pode variar de fabricante para fabricante, nem todos os dispositivos atuais baseados em Android vão suportar a nova verão 3.0.
Exemplos: Motorola Xoom, Samsung Galaxy Tab, Dell Streak
Outros sistemas
Existem alguns sistemas operacionais vindo por aí que não caem exatamente em nenhuma das categorias anteriores. Entre estes estão OpenTablet, QNX (usado no BlackBerry PlayBook) e o WebOS da HP (herança da Palm). Todos estes têm um ponto em comum: são muito novos ainda e precisam mostrar a que vieram. Comparados com um tablet baseado na longa linhagem do Windows ou na que está por trás do iOS, os recém-chegados precisarão remover alguns obstáculos adicionais para conseguir seu lugar ao sol.

A questão do tamanho da tela de um tablet

Este é um ponto controverso nos tablets, e que costuma enganar. No papel, a diferença entre uma tela de 7 ou de 10 polegadas pode parecer pequena, mas na realidade uma tela de 7” é quase a metade do tamanho de uma tela de 10”. A matemática engana porque as medidas das telas são feitas na diagonal e para cada polegada a mais ou a menos há um crescimento ou decréscimo exponencial na área da tela. Atualmente, as medidas mais populares são justamente estas, de 7 e de 10”, mas existem outros dispositivos menores e que merecem atenção. Vejamos então os prós e os contras dos vários tamanhos de tela:
10 polegadas e maiores
A tela de 10” do iPad da Apple (tecnicamente, 9,7”) tornou-se rapidamente o padrão desejável para computadores tablet. Entretanto, os competidores do Ipad com tela de 10” (como o the Fusion Garage JooJoo) costumam ser bem mais pesados e chatos de usar. O que está fazendo com que demore o aparecimento de bons competidores com telas deste tamanho é o fato do Android (e seus aplicativos) ainda não terem sido otimizados para este taamnho de tela. O advento do Android 3.0, entretanto, vai propiciar a chegada de modelos bem desenvolvidos e com tela de 10” ou até maiores, sem falar dos netbooks e notebooks (o Windows que se cuide...)
A favor – Numa tela deste tamanho as páginas de internet necessitam de menos zoom e menos rolagem para serem vistas. Os livros e revistas digitais aparecem num tamanho mais próximo da realidade. Os teclados touchscreen chegam perto do tamanho do teclado de um notebook. Os mapas vistos na tela aparecem com mais detalhes. A legibilidade para criar e editar documentos e planilhas ajuda bastante. É mais fácil visualizar vídeos, fotos e jogos com mais de uma pessoa.
Contras - É mais difícil de carregar do que dispositivos menores. Não é tão grande quanto uma tela de notebook. Aplicativos desenhados para telas menores aparecem distorcidos, mais largos que o normal ou mostrando os pixels que os formam. Telas maiores significam mais área para manter limpo, retirando a gordura das mãos que vai se acumulando nelas.
Exemplos - Apple iPad, Motorola Xoom, Toshiba tablet, ViewSonic G Tablet.
7 polegadas
A maioria dos concorrentes do iPad que apareceram até o momento vieram com telas deste tamanho que, como já dissemos, têm aproximadamente a metade da superfície de uma tela de 10”. A vantagem é que este tamanho de tela propicia dispositivos que podem ser segurados com uma só mão, pelo seu tamanho parecido com um livro de capa dura.
A favor – Geralmente são leves e fáceis de manusear. Pequenos o suficiente para mostrar a maioria dos aplicativos para smartphones sem que eles pareçam fora de contexto. É o tamanho natural para os e-books.
Contras - Assim como muitos smartphones, as páginas dos sites aparecem cortadas ou requerem que se fique rolando a tela. O teclado virtual é muito apertado para usar com as duas mãos, ao mesmo tempo em que é grande demais para usar com uma só mão. É muito grande para colocar num bolso, mas pequeno demais para fazer os mesmos trabalhos possíveis de serem feitos num notebook. Exemplos - Samsung Galaxy Tab, ViewSonic ViewPad 7, Barnes & Noble Nook Color.
5 polegadas ou menores
As telas dos smartphones mais sofisticados como o Motorola Droid Bionic chegam perto das 4 polegadas, e alguns tablets foram diminuídos para tentar alcançar este padrão. Estes dispositivos de bolso oferecem a melhor portabilidade, mas deveriam ser encaixados mais na classe dos celulares do que na de computadores portáteis.
A favor – São leves e cabem no bolso. Os aplicativos para smartphone ficam no tamanho natural.
Contras – A experiência de navegação e de leitura e escrita de emails é a mesma que se tem nos smartphones, ou seja, é sofrível. O menor tamanho do gabinete significa baterias menores e com menos autonomia.
Exemplos - Dell Streak, ViewSonic ViewPad 4.

Em suma...

Os tablets com tela sensível ao toque vieram para ficar. A enorme variedade de tamanhos e variedade de recursos indica que eles servirão para muitas finalidades, algumas ainda por serem descobertas ou criadas. Mas não vemos os computadores no formato tablet o os smartphones como concorrentes diretos dos netboooks, notebooks ou dos micros de mesa. São um outro formato, indicado para outras finalidades, e todo um mercado ainda a ser desvendado por todos, consumidores, desenvolvedores de software e compradores de soluções corporativas.

Publicado em 19/01/2011 às 00:00 hs


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