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Porque é preciso usar gerenciadores e linguagens de programação para acessar um banco de dados?

Questão colocada pelo leitor

Gostaria de ver se vocês poderiam tirar uma dúvida sobre o artigo “Banco de Dados para microcomputadores” publicado na Revista PnP nº 14. Como novato na área sempre vi o programa de banco de dados como um programa igual os editores de texto ou as planilhas eletrônicas, onde se cria um texto ou planilha que podemos manipular, salvar numa determinada extensão e abrir no mesmo programa. Só que quando falamos de Banco de dados sempre surge o termos como programação, linguagem, etc.

Vem daí a minha duvida: os programas de banco de dados não deveriam seguir as mesmas etapas dos editores de texto ou planilhas onde eu crio, salvo e abro um arquivo? Porque da necessidade de aplicativos, linguagens, emuladores, montadores, etc? Afinal o dBASE, o Clipper e o Access são aplicativos ou linguagens?


Nossa respostaO leitor se refere ao artigo “Banco de Dados para microcomputadores” publicado na Revista PnP nº 14.

Conforme foi dito, os novatos podem até pensar que um sistema de banco de dados se resume a programas como o Access o o Excel da Microsoft, mas é muito mais que isto, conforme demonstramos no artigo citado.

Para entender melhor a questão, é preciso separar os sistemas de banco de dados em pelo menos três de seus componentes básicos:
1 O banco de dados em si,
2 O sistema gerenciador,
3 O sistema de recuperação e cadastramento dos dados.

O que foi demonstrado no artigo foi como estes três itens se inter-relacionam, formando diversas formas de cadastrar e recuperar informações. Programas como o Access tentam simplificar ao máximo o acesso aos dados e, neste sentido, funcionam como o leitor sugeriu. Entretanto, para cumprir sua tarefa, o Access precisa ter os três itens acima.

Mas o caso do Access seria o mais simples de todos os SGBD, sigla que é uma abreviação de Sistema Gerenciador de Banco de Dados. No outro extremo, em termos de complexidade, estão os grandes sistemas corporativos. Nestes todos os componentes de acesso aos dados são separados e fornecidos por empresas especializadas, com o intuito de agilizar os procedimentos e de diminuir ao máximo as chances de ocorrerem erros. Nesta situação, portanto, fica fácil identificar os três componentes acima, da seguinte forma:

O banco de dados, em si, pode ser um SGBD como o MySQL, Oracle ou MS-SQL, que já trazem embutidos em si sistemas especializados para facilitar a indexação e a busca dos dados.

O sistema gerenciador pode ser um do próprio fornecedor ou de outra empresa. Por exemplo, o MySQL, popular banco de dados gratuito, pode ser manuseado com um painel de controle via linha de comando embutido no mesmo, ou então usando programas gráficos como o My-SQL Front. Este controle serve para executar tarefas específicas como verificar a integridade dos dados e dos índices, além de criar e deletar tabelas e índices.

Enquanto isso, o sistema de recuperação e manuseio dos dados pode ser feito de inúmeras formas. Por exemplo, determinada empresa usa um banco de dados em MS-Server para guardar seus dados em determinado servidor. Este banco de dados pode ser acessado e controlado tanto por um programa feito para Windows, que roda em qualquer micro da rede local, e também pode ser acessado remotamente através de uma Rede Privada Virtual (VPN) ou via internet através do site da empresa.

É nos sistemas gerenciadores e nos sistemas de recuperação e manuseio que se utilizam as citadas linguagens de programação como Delphi, Clipper, Access, Visaul Basic, C+ e outras. Estas linguagens de programação se somam aos drivers fornecidos pelos fabricantes dos bancos de dados justamente para poder fazer a interface entre o usuário e os dados em si, usando alguma destas linguagens de construção de programas.

Assim, respondendo à questão inicial do leitor, se dBASE, Clipper e Access são aplicativos ou linguagens, dependendo do ângulo de visão eles podem ser os dois. Na verdade, são aplicativos que utilizam uma linguagem de programação para fazer outros aplicativos, e são estes aplicativos finais que farão a interligação entre os bancos de dados e os usuários dos mesmos.

Sugerimos que se leia atentamente o artigo publicado na Revista PnP nº 14 pois lá todos estes aspectos estão explicados detalhadamente juntamente com dicas para lidar com os diversos SGBD na prática.


Publicado em 22/09/2009 às 00:00 hs


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